Os desejos são etéreos como as bolas de sabão, ou talvez não

Ao completarmos 15 anos, 15 anos de desejos transformados em realidades, que um dia foram sonhos e utopias, decidimos promover um espaço de reflexão sobre a importância do desejo no desenvolvimento do ser humano. Ao pensarmos nos desejos, grandes, pequenos, utópicos, inconfessáveis, bons, maus, amorosos, físicos, estéticos, financeiros, religiosos, do saber, do pecado, decidimos convida-lo para que partilhe connosco o seu pensamento.

Ao longo destes dois dias, iremos promover o debate sobre este tema.

Como ficará cada um de nós depois deste VI Congresso?

Será que vai desejar, como tem desejado?

Será que vai deixar de desejar?

Será que vai começar a desejar?

Será que os seus desejos se vão transformar?

Será que só vai querer sonhar?

Desejámos que nos ajudem a perceber que sentimento é este que nos percorre, que nos emociona, que nos envolve, que por vezes nos destrói, que nos possui, que se dissipa, que nos decepciona, que nos faz sofrer.

Será que devemos limitar os nossos desejos?

 

Sejam bem-vindos

 

 Jorge Oliveira

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